Sintetizando: La Casa de Papel

Saudações, meus queridos nerds! Em dezembro de 2017 um grupo de pessoas com macacões vermelhos e máscaras de Dali invadiu a Netflix. Demorei um pouco para me render à série, mas quando assisti ao primeiro episódio, não consegui mais parar, e hoje revelarei a vocês meus sentimentos em relação a La Casa de Papel.

A série foi criada por Álex Pina para a Antena 3, Espanha, originalmente em quinze episódios, que foram divididos em duas temporadas na Netflix, e conta com as magníficas atuações de  Úrsula Corberó (Tókyo), Alba Flores (Nairóbi), Álvaro Morte (El Profesor), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Pedro Alonso (Berlin), Paco Tous (Moscou), Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque) e Roberto García (Oslo).

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Um homem, conhecido como Professor, reúne um grupo de especialistas criminosos com o intuito de realizar um grande assalto à Casa da Moeda da Espanha. Cada um desses criminosos tem experiência em algo importante para que o plano dê certo, e são convidados a conviver em uma casa, recebendo o treinamento necessário, com algumas regras bastante claras: em primeiro lugar é expressamente proibido criar relações entre eles, o que os leva a adotar nomes de cidades para não revelarem suas verdadeiras identidades; em segundo, durante o sequestro das pessoas que estarão na Casa da Moeda, não deverão matar reféns; além de outras regrinhas básicas que não listarei aqui a fim de evitar spoilers.

E assim é orquestrado o plano perfeito para o maior assalto já registrado, os participantes foram treinados, decoraram cada minucioso detalhe, concordaram com todas as condições, tudo foi detalhadamente calculado, exceto uma coisa: o fator humano.

O Professor, embora tenha considerado inúmeras variáveis levando em conta a personalidade dos envolvidos, não havia como saber com certeza cada decisão que tomariam, como reagiriam a situações de estresse e não podia controla-los, uma vez que comandava o assalto externamente. E como qualquer plano, por mais perfeito que possa parecer, o dele também estava suscetível a erros que poderiam pôr tudo a perder.

A série possui momentos de muita tensão, reviravoltas emocionantes e um suspense levemente enlouquecedor. Pessoas ansiosas e curiosas, atenção: vocês podem se tornar viciados como eu. La Casa de Papel não traz nada de inovador, caso esteja procurando algo único ou surpreendente, mas também não perde em nenhum ponto e vale a pena entrar para sua lista pelo drama e suspense envolvidos.

Lembrando que a segunda temporada será lançada em abril na Netflix.

E só para grudar um pouco a música na cabeça:

“O bella, ciao! Bella, ciao! Bella, ciao, ciao, ciao!”

Até a próxima!

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